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De portas abertas para os Refugiados

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Perseguição, medo e falta de segurança são palavras que rodeiam a vida de muitas pessoas ao redor do mundo. A sensação de segurança ao chegar em casa, não é algo conhecido e, por muitas vezes, tão distante que a melhor saída é procurar outro lugar para chamar de lar. Refugiados. Esse é o nome dado a essas pessoas que temem, tanto, a ponto de fugir.

Uma das melhores coisas do mundo é poder se sentir seguro e protegido pelo lar, com sua família e comunidade. Agora já imaginou um cenário onde você não tivesse nenhum tipo de segurança dentro do seu país, independente de possuir uma casa ou não?

Ser Sindona é trabalhar com a inclusão. É fazer parte da mudança de vida do próximo e mais do que isso, é poder transformar a própria vida com a do outro. Acreditamos em pessoas e na capacidade que essas têm em tornar o mundo um lugar melhor.

“Quando se entende que pessoas são o elemento fundamental de qualquer criação, se entende a real importância delas.” Bruno Sindona

E assim, trazemos para nossa equipe pessoas incríveis, com histórias e culturas diferentes, e por isso, com muito potencial para agregar na Família Sindona. Fazem parte do nosso lar, cinco funcionários de obra que diariamente aprendem e ensinam muito modificando vidas. Que impactam na felicidade, expectativa e realização de pessoas que não conhecem, e muitas vezes, não vão vir a conhecer.

Na foto, da esquerda para direita: Felix, Fabien, Ersony, Andrenet e Gilnais. Todos vindos do Haiti, no Caribe, da capital Porto Príncipe e Jacmel. Refugiados que vieram fazer do Brasil seu novo lar. Fugindo de questões de segurança, políticas, sociais, de moradia e muitos outros fatores que somados não tornavam fácil suportar viver no seu país de origem.

Na Sindona eles encontram lar, amigos e família. Está dentro dos nossos ideais, tornar a Família Sindona, uma família própria para esses refugiados. Fazer parte da história e da rotina deles para que encontrem o lar, fora de casa. E tornar o “fora de casa”, seu novo lar.

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